[…] Em relação à experiência de 91, só posso dizer que foi simplesmente FANTÁSTICA PARA MIM. Aqueles recitais na igreja foram incríveis, a sonoridade que se pode obter naquele local é 10. Um “clima” especial mesmo. Eu tive e “honra” de ser acompanhada ao órgão pela Profª Odette. Nunca me esquecerei disso. Agora, preciso confessar uma coisa: o que mais me fascinou foram os contatos pessoais que tive lá. A maneira como nos alojamos, as caminhadas, as conversas … musicais ou não… com a Odette, a sopa de cebola…que delícia!!!! Gostei tanto que depois fui a outros encontros que Odette organizou. Achava já que isso não aconteceria mais, pois há alguns anos não ouço falar desses encontros. Então, ficaria muito feliz em poder refazer essa experiência depois de 20 anos. Um grande abraço, e espero que tudo dê certo para esse encontro!!!  Angela Martinelli /SP

Estive presente no primeiro encontro de flautistas no Caraça, e , agora sendo convidada a escrever algo sobre isso, me deparo como esses anos todos não apagaram da minha lembrança. Os banhos de cachoeira, as caminhadas no meio da mata, o brilho das noites estreladas, o silencio do santuário, a comidinha feita no fogão, a convivencia com os lobos que nos visitavam todas as noites e a maravilha que é estar, reunido em torno de um mesmo objetivo, como nós estávamos: a música, a flauta… Todas essas vivencias continuam me acampanhando e são uma constante na minha vida. Sempre que possível dou um jeito de fazer trilhas pelo interior, sempre procuro um rio para tomar banho, adoro comida caseira, tenho a companhia de gatos e cachorros e continuo a tocar flauta. Obrigado ao amigo Raul e a Profª Odette que me proporcionaram essa vivencia no Santuário do Caraça, um lugar que eu ainda quero voltar !  Viviane Pasqual / RS

Em 1991, eu juntamente com um grupo de colegas flautistas, estivemos compartilhando belos dias ensolarados, cachoeiras e muitas horas de música no Caraça sob a batuta da professora Odette. Esses poucos dias, porém intensos, nos proporcionaram momentos tão ricos, que hoje, 20 anos depois, ainda guardo vivos na minha memória, vários momentos passados juntos. Posso dizer que foi inesquecível !  Ariadne Paixão / DF

O silêncio do afastamento da civilização num espaço histórico e aconchegante, mas com som de flautas por todos os cantos, em cantos que nem se incomodam. Presença de músicos experientes e querendo fazer juntos o “belo”, a discussão do “belo”, os papos e cantos, os concertos na igreja e de manhã as caminhadas. Experiência que pretendo repetir agora em outra época (já) mesmo sabendo que o tempo no Caraça e redondezas passa num ritmo que não é bem o nosso… Kim Ribeiro / MG

 

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